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	<title>MUSICOFIA</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Aug 2009 00:06:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[INTRODUÇÃO A MUSICOFIA Este Site é destinado a todos os músicos e diletantes musicais, principalmente aqueles que não tiveram caminhos de mestres, mas não se limitaram aos desafios do mundo imperativo. São eles maestros, poetas, escritores e compositores, que hoje são apreciadores, ou estão escondidos como educadores, muito competentes por sinal.  Na verdade existe uma [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=soe2.wordpress.com&amp;blog=8832820&amp;post=31&amp;subd=soe2&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:left;"><strong>INTRODUÇÃO A MUSICOFIA</strong></p>
<p>Este Site é destinado a todos os músicos e diletantes musicais, principalmente aqueles que não tiveram caminhos de mestres, mas não se limitaram aos desafios do mundo imperativo.</p>
<p>São eles maestros, poetas, escritores e compositores, que hoje são apreciadores, ou estão escondidos como educadores, muito competentes por sinal.</p>
<p> Na verdade existe uma explicação muito bem fundamentada para estes retrocessos ou sucessos, independente das dificuldades entendo como um verdadeiro aprendizado.</p>
<p> Muitos munidos de técnicas e saberes e não chegaram a lugar algum, outros chegaram, mas com mais três profissões, ou passando por necessidades, e outros estão brilhando em algum lugar do mundo.</p>
<p>O investimento musical é muito pequeno para um enorme numero de profissionais, que são acima da média, e pode nos representar em qualquer lugar do mundo.</p>
<p>A falta de educação musical, a falta de investimento na educação infantil para com a música e as demais áreas artísticas é apenas um problema, o outro problema, é que o paradigma na linguagem artística precisa de mudanças. Continuamos achando que apenas quem sai da televisão é que faz arte, e que um processo apostilado, é que vai me dar dom para aprender algo, e assim a vocação se suicida.</p>
<p><strong>“ O fim da verdadeira educação é a realização plena do ser ”   (Humberto G.)</strong></p>
<p>A musicofia se inicia na Grécia, a aproximação do verbete é com a unidade aristotélica, quando o filosofo Aristóteles explica o quanto a linguagem é pobre, já que a tantos caracteres para se utilizar, e mesmo se pudéssemos utilizar todos, ainda assim era pouco para uma unidade que transcende sem fim.</p>
<p>O conceito enciclopédico de música continua existindo até os dias de hoje, as escolas de musica são tradicionais, ela se desmembra da reflexão da própria cultura do individuo e faz  de um livro metódico um processo educacional, que na verdade, é uma forma de se omitir a musicalização social.</p>
<p> Ainda não existe base solida em nosso meio sobre a música e os aspectos sociais, embora sabemos o que aguça a percepção dos envolvidos.</p>
<p>O difícil de se pensar em musicalidade é porque quem estuda o assunto não esta preocupado se a musica reflete insatisfação para o meio ou não.</p>
<p>Será que estes estão errados ? Não estão errados, porém estes estão completamente sem munição, porque aonde ele pode recorrer, é muito injusto, em uma ditadura cultural.</p>
<p>A musicofia é uma linguagem que pretende colher dados que personifica a música no individuo, para que ele se torne autônomo no processo de aprendizagem, podendo vivenciar, construir e reconstruir saberes.</p>
<p>O verbete foi criado por Oliveira, Danilo 1996, com o intuito de se pensar sobre a música de forma livre,</p>
<p>Na verdade ele afirma que não inventou nada, apenas observou que a música tinha muitas notas para pouca harmonia, não é nada mais do que o foco aristotélico da linguagem social, mas a cerca da música .</p>
<p>As linguagens artísticas funcionam com os famosos parâmetros, porém não existe a prova do porque, em relação ao aspecto biológico, tornando se assim modalidades que enfeitam a grade curricular.</p>
<p>É comprovado cientificamente os avanços no desenvolvimento da criança, de forma teórica, os aspectos  biológicos com a musica e teatro e outras linguagens tem a seguinte explicação; É porque a criança assimila e acomoda, simplesmente, ora isto já sabemos !</p>
<p>Esta crise já existe a muito tempo e aonde é mais grave é este tipo de pensamento perpetuar nas universidades.</p>
<p>Em outras palavras eu não posso utilizar tal autor construtivista para falar sobre determinada arte porque ele não entendia de arte, e a mesma que faz a insinuação entende menos ainda.</p>
<p>Hoje a regulamentação e o código de ética é indispensável para qualquer curso ou profissão, mas sem que aja um foco metodológico e behaviorista.</p>
<p>Segundo Stravisky, Igor (1882-1971)</p>
<p>Existe uma construção que nela existe 95 % de aspiração e 5% de inspiração.</p>
<p>É neste sentido que devemos possibilitar ao educando  idéias que demonstram a construção e a reconstrução.</p>
<p>Sendo assim fica fácil entender o que queriam os construtivistas Piaget, Vigotsky e Wallon.</p>
<p>As idéias contemporâneas são importantíssimas, mas não tem o teor necessário por um simples motivo, os cientistas e teóricos tem muita competência, mas não tem a palavra chave. A idéia é pensar determinada linguagem artística e entender o porque o reflexo é tão ruim, portanto neste trabalho a linguagem é musical e identificada por musicofia, seria verificar esta prática, é um olhar desbravador, tão importante quanto em outras disciplinas com códigos de ética.</p>
<p>Existem muitas escolas e instituição preocupadas com a musicalização na educação infantil, porém existe uma universalização que já não sobrevive diante da necessidade entre o meio, escola e a criança.</p>
<p>Enquanto não houver autores de peso para abordar a (epistemologia do desenvolvimento com), estaremos “sem”  e cantando por cantar, escrevendo por escrever, ouvindo por ouvir, não basta ler propostas com objetivos e conteúdos que não considere os aspectos biológicos, ou seja a educação infantil  precisa ser a prioridade, e os profissionais da área precisam ser reconhecido e respeitado.</p>
<p> </p>
<p align="center"><strong>A janela da alma</strong><strong> </strong></p>
<p>  “No inicio coloco a ciência, para separar o joio do trigo, a sapiência fica por conta de cada um”        </p>
<p>A musicofia traz o meio de novo a tona, ou melhor, a tonalidade, é como se as gravadoras começassem a produzir do zero, e as vendas já não fossem a  prioridade.</p>
<p>O estudo passa a ser especifico em relação ao fragmento especificado a cima, a (unidade) pois ela não tem fim, não para na música e nem termina na musica.</p>
<p> Portanto é preciso considerar esta ótica também para outras linguagens artísticas.</p>
<p><strong><em>Nietzsche é um exemplo, enriqueceu a filosofia moderna com meios de expressão: o aforismo e o poema, isto trouxe como conseqüência uma nova idéia  da filosofia e do filosofo: não se trata mais de procurar o ideal de um conhecimento verdadeiro, mas sim de interpretar e avaliar   <a href="http://soe2.wordpress.com/wp-admin/#_ftn1"><strong>[1]</strong></a></em></strong></p>
<p>A interação com o meio, não é nada mais do que um analise empírico, é simples de entender analisando a maneira com que as pessoas reconhecem a arte, que elas mesmas construíram.</p>
<p>Segundo Pirandello, Luigi (1867-1936)</p>
<p>&#8220;Arte e cultura dizem respeito aos sentimentos  e as manifestações da alma de um povo&#8221;</p>
<p>A musicofia visa o ponto igualdade e harmonia com a musica de qualidade, e que todos saibam do homem harmônico mutável e que também erra, e existe em cada um de nós.</p>
<p>Não podemos entrar na avalanche e confundir globalização com riqueza espiritual.</p>
<p>Quando vejo um homem descobrindo a sua harmonia interior percebo que na música muito tem a se fazer, seja você cientista ou não, pensar que tudo já foi feito é um retrocesso e desrespeito aos que tanto fizeram por ela.</p>
<p> </p>
<p align="center"><strong>O obvio e a terapia do obvio</strong><strong> </strong></p>
<p>Evocar traços de escritor, apesar de ser uma empatia simpática não combina com a musicofia, neste caso o cientificismo é evidente. O obvio da reflexão já mais poderia dar inicio, sem citar o quanto é obvio o que a música conseguiu, com toda a gama dialética doada as terapias.</p>
<p>Refletir a música no nosso meio é musicofar, é pensar na própria identidade, foi na musicofia que descobri a filosofia de amar melodias, perceber cores, conhecer Aristóteles, e dois números dentro de uma caixa de fósforo, Pitágoras e sua religião de saber, Galileu como o branco mais negro que eu já vi.</p>
<p>Esta foi a parte racionalista que sugere amor a ciência, é difícil não ser subjetivo, é difícil não interpretar, é difícil não conhecer o prazer da matéria sonora e a convergência que organiza e intelectualiza, sem descartar a emoção em nenhum momento e sem trazer vaidades para nosso tormento.</p>
<p>O respeito aos estudos da musicofia é a chave das vertentes audíveis de ouvir e falar.</p>
<p> A educação nesse sentido é a linguagem do encanto das possibilidades que para os puristas soa como verdade pertinente.</p>
<p>A musicofia não tem relação direta com execução e técnica, mas sim com a socialização prática, teórica e musical, a técnica neste momento é a limpeza do que nós toca por dentro, afinal nem tudo que tem dificuldade técnica é legal.</p>
<p><strong><em>“ A falta de educação musical é uma mera nota fundamental de fato, precisamos de crianças no caminho musical  ”</em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em>A minha música é o reflexo da sinceridade (Villa, Lobos)    </em></strong></p>
<p>Aproveitando o gancho, A música dos educadores é o reflexo da sinceridade da música dos educando.</p>
<p>É indispensável que o diálogo saia dos livros bibliográficos e teóricos, a música trará convites a cada aprendizado de pensamentos vivos.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<hr size="1" /><a href="http://soe2.wordpress.com/wp-admin/#_ftnref1">[1]</a> Nietzsche, Friendrich Obras Incompletas, p. 9</p>
<p align="center"> </p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/soe2.wordpress.com/31/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/soe2.wordpress.com/31/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/soe2.wordpress.com/31/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/soe2.wordpress.com/31/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/soe2.wordpress.com/31/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/soe2.wordpress.com/31/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/soe2.wordpress.com/31/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/soe2.wordpress.com/31/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/soe2.wordpress.com/31/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/soe2.wordpress.com/31/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/soe2.wordpress.com/31/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/soe2.wordpress.com/31/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/soe2.wordpress.com/31/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/soe2.wordpress.com/31/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=soe2.wordpress.com&amp;blog=8832820&amp;post=31&amp;subd=soe2&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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